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Organização que vendia carne clandestina no Acre atuava há pelo menos três anos, diz PF

A organização criminosa que comercializava carne clandestina no Acre, presa nesta terça-feira, dia 13, pela Polícia Federal, durante a Operação Sangue Amargo, já atuava há pelo menos três anos no estado, com força no município de Plácido de Castro.
Durante os trabalhos da Sangue Amargo, foram cumpridas 26 ordens emitidas pelo Poder Judiciário estadual. Além de dois vereadores, um servidor do Instituto de Defesa Agropecuária do Acre (Idaf) acabou preso. Outras cinco pessoas também acabaram detidas preventivamente.

SAIBA MAIS: Polícia Federal prende vereadores, advogado e servidores do Idaf no Acre

O delegado Fares Feghali, coordenador da Operação, destacou que o grupo, além de muito bem estruturado, tinha no servidor do Idaf a pessoa que fraudava os registros da carne, dando uma falsa legalidade ao transporte do material. Tudo irregular, conta o investigador.
“Era uma estrutura já organizada há muito tempo e preparada para se esquivar dos órgãos de fiscalização. Os vereadores também atuavam na compra e venda de gado. Uma parte das carnes foi vendida para escolas por meio de licitação para a prefeitura, o restante foi vendido em açougues e frigoríficos”, destaca.
Como revelou o ac24horas, os alvos da Operação Sangue Amargo foram Denys Ferreira de Oliveira, José Ribeiro de Melo (Zé Boçal), Samuel Pereira de Souza, Julio Cesar Klaczik, Leandro Barroso da Silva, Jair Feitosa Bezerra, Francisco de Oliveira Ribeiro e um outro homem, identificado apenas como Gerson.
As investigações apontam, ainda, que parte do gado abatido era fruto de roubo de outras fazendas da região. A polícia ainda não sabe o quanto o grupo lucrou, e alerta que é possível que novas fases da operação sejam deflagradas em breve, já que com a facilidade de transporte da carne, outras cidades do estado podem ter sido atendidas pela organização.
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