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Estratégia petista falha e Petecão lidera com 54% para o senado; Jorge Viana deixa escapar a segunda vaga para Bittar

A 5 dias das eleições que vão definir os novos ocupantes das duas cadeiras no senado que pertencem ao Acre, as pesquisas de intenção de votos mostram claramente que o senador Jorge Viana [PT], um dos 100 políticos mais influentes do Brasil, corre o risco de não voltar ao seleto grupo de 81 senadores do Brasil.
Em pesquisa divulgada nesta terça feira, 2 de outubro, pela Rede Record/TV Gazeta, o senador Petecão [PSD] praticamente garante a primeira vaga, ao aparecer com 53% dos votos, segundo o instituto Real Time Big Data. Outro detalhe da pesquisa é que Márcio Bittar [MDB] ultrapassou o senador petista. Bittar soma 37%, enquanto Jorge Viana desceu para 29%. Ney Amorim [PT] está a dois pontos de JV e soma 27%. Minoru Kimpara [Rede] tem 16% e fechando o quadro vem Paulo Pedraza [PSL] com 2% das intenções de votos. Indecisos somam 20%.
Os números deixam claro que o eleitor está votando por protesto. Quando ele diz através de seu posicionamento de voto #ELENÃO ao senador Jorge Viana. É o reflexo das cansadas administrações petistas dos últimos 20 anos no Acre. Também pode considerar o reflexo da decisão petista de ter dois candidatos disputando a mesma vaga. Com a disputa interna e brigas que teve que administrar, Jorge Viana se enfraqueceu ao logo do pleito e pode morrer abraçado com Ney Amorim.
Com as previsões do Big Data, o eleitor está colocando a oposição dona das três vagas do senado. Uma que pertence a Gladson Cameli [que se ganhar será assumida pela suplente Mailza Gomes – Progressistas] e as outras duas que estão em disputada e com amplas chances que pertencerem a Petecão [reeleição] e Márcio, que mesmo criando grande confusão juntos a aliados, se projeta como o dono da outra vaga.
A estratégia petista que funcionou durante anos, nestas eleições resolveu quebrar o ciclo de poder. O governador Sebastião Viana e seus assessores apostaram numa aprovação popular que nunca existiu. Por vontade própria do governador, o palácio Rio Branco esqueceu dos riscos do desgaste político e acenou positivamente para a candidatura de Ney Amorim. Apesar dos apelos de Jorge Viana, ainda pré-campanha, ninguém quis calcular os riscos e de dessa forma jogaram a mais forte liderança petista do Acre aos leões.
Hoje o senador Jorge Viana corre contra o tempo. Faz pessoalmente e com poucos amigos, a destruição dos seus santinhos nas ruas e se mostra desprovido de apoio de aliados. Nem mesmo o apoio de última hora que o seu irmão Sebastião Viana tenta aglutinar junto aos seus comandados poderá garantir sucesso de Jorge Viana.