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TJ-AC decreta luto oficial de 3 dias pela morte da desembargadora Cezarinete Angelim

O Tribunal de Justiça do Acre (TJ-AC) decretou luto oficial de três dias pela morte da ex-presidente e da desembargadora Maria Cezarinete Angelim. Ela morreu na madrugada de quinta-feira (23) em decorrência de problemas cardíacos.
A desembargadora morreu em São Paulo, no Hospital Beneficência Portuguesa. O decreto de luto, que começou a contar a partir de quinta, foi assinado pela presidente do TJ-AC, desembargadora Denise Bonfim.
No documento, a desembargadora determina que a bandeira nacional e os pavilhões, na sede do TJ e nas demais unidades do poder judiciário do Acre sejam hasteadas a meio mastro.
Conforme o tribunal, o expediente ocorre normalmente durante o luto oficial, inclusive as ações do mutirão de audiências sobre violência doméstica em Rio Branco.
O corpo foi transladado da capital paulista para Rio branco e está sendo velado no Palácio da Justiça desde as 2h desta sexta-feira (24) e é aberto ao público. O sepultamento está previsto para às 16h, no cemitério São João Batista.

arreira

Maria Cezarinete nasceu em Rio Branco e é de família humilde. Tinha um sonho de ser médica, mas pela pouca idade, os pais não a autorizaram sair do estado. Então, optou fazer direito na Universidade Federal do Acre (Ufac), terminado o curso aos 22 anos.
Atuou por quase uma década na advocacia criminal e oito anos como procuradora do Instituto Brasileiro de Desenvolvimento Florestal, atualmente o Ibama.
Já em 1988, ingressou no poder judiciário. Ela passou pelos municípios de Tarauacá e Cruzeiro do Sul, neste último foi titular e também exerceu a função de juíza eleitoral da 4ª Zona. A magistrada também presidiu a Asmac no biênio de 2003 a 2005.
De 2015 a 2017 foi presidente da Corte de Justiça Acreana. Chegou a receber o Selo Verde Chico Mendes, prêmio inédito de sustentabilidade ambiental. Esteve a frente também da construção e entrega da obra dos Juizados Especiais Cíveis.
Em 2012, foi empossada desembargadora do Tribunal de Justiça do Acre (TJ-AC), tornando-se membro da Câmara Cível.
Para o Biênio 2013-2015 foi vice-presidente do TJ-AC e coordenadora dos Juizados Especiais do Acre. De 2015 a 2017, assumiu a presidência do Poder Judiciário. Já no ano de 2017, foi eleita vice-presidente do Tribunal Regional Eleitora (TRE-AC).
“Ela será lembrada sempre como uma profissional competente, exemplo para toda a sociedade”, finaliza Camolez em nota.
Por G1 AC, Rio Branco