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“Não passaria a mão nem na cabeça do meu Pai” Diz vereador Mineirinho de Plácido ao votar contra a prestação de contas do ex-prefeito Paulinho.

Por Adriano Mendes

Em uma sessão realizada da câmara de vereadores de Plácido de Castro, na qual os parlamentares tiveram que dar o aval sobre as prestações de contas do ex-prefeito Paulinho enviada e reprovada pelo tribunal de contas do estado.

Na sessão do dia 08 de maio de 2018, estava tramitando na Câmara de Vereadores de Plácido de Castro, a Prestação de Conta referente ao Processo nº 17.298.2013-60- Ano 2012-Responsável Paulo César da Silva, ex-prefeito municipal.

O vereador Mineirinho do PSL, durante seu discurso acompanhou o parecer do tribunal de contas do estado e foi categórico em afirmar que não tem conhecimento suficiente para ir contra o parecer do TCE, que reprovou as contas do ex-prefeito.

Segundo Mineirinho, o TCE passou 06 (seis) anos avaliando as contas do munícipio, e que não seria irresponsável de ir contra o TCE. Segundo o parlamentar, foi duro em dizer que não passaria a mão nem na cabeça do seu pai, para o vereador quem errou tem que pagar pelo erro.

Depois do discurso do parlamentar, a vereadora Meire-PSDB, pediu visto da matéria que poderá voltar para o analises dos parlamentares nas próximas sessões.

Em conversa com o site Acrelândia News o vereador Mineirinho do PSL, assim é conhecido na região, afirmou que o seu compromisso é com o povo e defende a legalidade das coisas. Segundo Mineirinho, seu voto será acompanhando o relatório do TCE, para o parlamentar o mais prudente e legal para o momento.

Fontes alegam que existem uma possível articulação para tentar barrar a matéria e aprovar as prestações de contas a favor do ex-prefeito no parlamento municipal com base aliada.

O ex-prefeito também foi julgado nesta semana pelo O Juízo da Vara Criminal da Comarca de Plácido de Castro, que julgou procedente a denúncia do Ministério Público do Estado do Acre (MPAC) e condenou o ex-prefeito Paulo César da Silva por falsidade ideológica.

O ex-prefeito foi condenado a dois anos, oito meses e 20 dias de reclusão, com cumprimento inicial em regime aberto, além de pena de multa em 50 dias-multa, no valor diário de 1/20 do salário mínimo vigente na época do fato.

Por fazer jus à substituição da pena privativa de liberdade, a Justiça, porém, substituiu a pena por prestação de serviços à comunidade e por prestação pecuniária, no valor de 12 salários mínimos, que deverá ser revertido em favor de alguma instituição social.