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Gladson Cameli pede ajuda do governo federal para combater guerra entre facções no Acre

O senador Gladson Cameli (Progressistas) subiu na tribuna do Senado nesta quarta-feira (7) para pedir ajuda do governo federal no combate à guerra das facções no estado do Acre. Ele pediu um olhar diferenciado e urgente para os mais de 1.400 km de fronteira entre Bolívia e Peru. O discurso do senador foi postado nas redes sociais.
“Venho nesta tribuna pedir aquilo que o governador do Acre não tem humildade para fazer. Mas em nome das famílias do meu estado que sofrem com essa onda de violência, peço ajuda do governo federal para vencermos essa batalha contra o crime organizado”, disse.
Voltando a defender uma força-tarefa para a crise de segurança pública vivida em todo o país, Cameli pediu apoio das bancadas dos estados da região norte para pressionar o governo federal na liberação dos recursos contingenciados no setor.
“Convoco nossa bancada do Acre e da Amazônia para agirmos juntos. Sei que a raiz do problema da violência passa por mais justiça social, igualdade, mas, a curto prazo, precisamos dar as mãos. A política de segurança pública precisa de mudanças”, acrescentou.
Para o progressista, o Senado Federal deve assumir papel importante, de protagonista, na adoção de uma nova política de segurança nacional. Projeto de lei complementar 32/2018 que obriga a instalação de bloqueadores de sinais de telefones celulares em penitenciárias e presídios pela União, foi colocado em pauta nesta quarta-feira. Os recursos para instalação dos bloqueadores serão do Fundo Penitenciário.
“Temos no Acre a polícia mais honesta do Brasil. Nossos soldados militares, nossa polícia judiciária, estão dando o sangue pelo Acre. Isso é fato. Mas trabalham com pouca estrutura, precisam de reforço na área de inteligência”, analisou.
O senador lembrou ainda o encontro que fez ano passado com prefeitos e instituições ligadas a Segurança Pública no Acre, que apresentou várias propostas relacionadas ao tema. Para Cameli, é pobre o debate que procura culpados, “se não fizermos uma força-tarefa, reunindo todos, inclusive a sociedade, não vamos avançar” concluiu.
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