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Em Rio Branco, manifestantes fazem protesto no terminal contra a reforma da Previdência e privatização

Manifestantes fizeram um protesto, na manhã desta segunda-feira (19), contra a reforma da Previdência, a privatização de serviços públicos e também contra a PEC que congela os gastos públicos por 20 anos. O ato o ocorreu no Terminal Urbano, no Centro de Rio Branco, iniciou às 8h30 e terminou às 10h47. O movimento ocorreu em várias capitais do Brasil.

A organização estimou que ao menos 100 pessoas participaram da manifestação panfletando e alertando a população. O terminal urbano não foi fechado e a Polícia Militar informou que estavam no ato uma média de 30 pessoas.

Além da Central Única dos Trabalhadores (CUT), também participaram do protesto representantes da Associação de Docentes da Universidade Federal do Acre (Ufac), Sindicado dos Urbanitários do Acre, Sindicato dos Bancários, Sindicato dos Trabahadores em Educação do Acre (Sinteac), entre outros.

Ao G1, a presidente da CUT no Acre, Rosana Nascimento, disse que a reforma tira o direito de os trabalhadores se aposentarem. Além disso, ela afirma que o Governo Federal cortou recursos das áreas da saúde e educação. A terceirização de serviços públicos, segundo ela, vai causar um atendimento precário à população.

"Não podemos admitir que os trabalhadores trabalhem até o fim da vida sem ter direito a nada. Estamos fazendo esse movimento para mostrar as pessoas que devem acordar e se posicionar contra essa reforma. Os professores, por exemplo, vão ter que trabalhar até os 60 anos, tanto homens quanto mulheres, para conseguir a aposentadoria integral", ressalta.

A votação da reforma da Previdência na Câmara estava prevista para esta semana, mas, com a intervenção federal na segurança do Rio de Janeiro, o Congressso não pode votar nenhuma alteração na Constituição. Por se tratar de emenda à Constituição, o texto exige ao menos 308 votos (de um total de 513 deputados).

Manifestantes exibem cartazes  (Foto: Quésia Melo / G1) Manifestantes exibem cartazes  (Foto: Quésia Melo / G1)
Manifestantes exibem cartazes (Foto: Quésia Melo / G1)