Geral

[Geral][bleft]

Política

[Política][bsummary]

Polícia

[Polícia][bleft]

Publicidade

Em balanço de 2017, governador do Acre diz que segurança pública é área mais grave

Um um balanço da gestão de 2017, o governador do Acre, Tião Viana (PT-AC), afirmou, em entrevista ao G1nesta quarta-feira (27), que a segurança pública é a área que ainda mais preocupa no estado.
Viana fez um balanço das ações do ano e destacou os planos para terminar o mandato em 2018. Segundo o governador, a violência no estado acreano é resultado do livre acesso pela fronteira. Ele afirmou que se as fronteiras fossem fechadas, o Acre seria um dos estados mais pacíficos do Brasil.
“Temos o narcotráfico vindo do Peru e Bolívia invadindo e pressionando o Acre e contaminando nossa juventude. A violência cresceu em progressão aritmética, mas a do Brasil cresceu em progressão geométrica. Então, isso demonstra que estamos fazendo um esforço gigante. Se o Governo Federal fechasse as fronteiras para o narcotráfico seríamos um dos estados mais pacíficos do Brasil. Mas, infelizmente, o Governo Federal não consegue fazer sua parte”, afirmou.
Viana destacou ainda que o governo fez um grande esforço para pagar o salário e 13º dos servidores públicos. O pagamento do 13º salário foi anunciado na quinta (21) pelo gestor e recebido pelos servidores na sexta (22). Ele ressaltou ainda que a gestão termina 2017 com um balanço positivo, apesar de todos os problemas enfrentados.
“O governo está conseguindo honrar em 30 dias R$ 654 milhões para o pagamento dos servidores. Isso está dando um impulso à economia, ao comércio e nas relações de dignidade dos servidores. Apesar de todos os percalços e dificuldades que ocorreram, estamos vencendo. Chamamos neste governo que dirijo mais de 12 mil servidores nos concursos públicos. Os problemas existem, mas estamos dando respostas internas no Acre", comentou.
Sobre 2018, o governador falou que foi anunciado um aumento de 17% no orçamento do estado e que as expectativas são as melhores. Ele garantiu que a meta agora é deixar o governo com as despesas correntes cumpridas e sem dívidas com os fornecedores e clientes.
"Anunciamos um orçamento para ano que vem de mais de R$ 6 bilhões e estamos anunciando um investimento de R$ 1 bilhão a mais", garantiu.