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CPI da Sehab ouviu apenas 8 pessoas e não teve acesso a documentos da PF e MPF

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Depois de passar 90 dias sem nenhuma movimentação e os deputados apresentarem um pedido de prorrogação do prazo dos trabalhos, a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) que investiga a participação de servidores públicos no esquema de venda ilegal de casas populares na Secretaria de Habitação e Interesse Social do governo do Acre ouviu apenas oitos pessoas.
Os deputados membros da CPI também não tiveram acesso aos três inquéritos abertos pela Polícia Federal para investigar gestores, servidores e agenciadores que se envolveram na quadrilha que vendia as casas construídas através dos programas habitacionais do Governo Federal. O presidente da CPI, o deputado Lourival Marques (PT) confirma a realização das oito oitivas.
Questionado se os membros da CPI tiveram acesso aos documentos que estariam em poder do Ministério Público Federal (MPF) e Polícia Federal (PF), Lourival Marques disse que não. Ele afirma que os deputados apenas se reuniram com os procuradores federais. “Decidimos que tinham documentos que não ia ajudar, já que as investigações do MPF com PF estão muito adiantadas”, destaca.
A CPI da Sehab foi instalada na Aleac, após o requerimento receber o número de assinaturas necessária para criar a comissão, mas a Mesa Diretora da Casa protelar a abertura das investigações. Os deputados de oposição entraram com uma medida judicial para garantir que a CPI fosse instalada e seus membros definidos. Os deputados da base de governo comandam os trabalhos.