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Homem morto dentro de carro em Rio Branco era investigado pela polícia, diz delegado

Por Aline Nascimento, G1 AC, Rio Branco
A Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) informou, nesta quarta-feira (4), que Jhonata Barbosa, morto na noite de terça (3) dentro do carro com vários tiros, no bairro Manoel Julião, em Rio Branco, era investigado por integrar organizações criminosas. Além disso, a polícia disse que o jovem tinha passagem pela polícia por porte ilegal de arma.
Barbosa tinha ido buscar a mulher em casa quando foi morto. A mulher dele foi ferida com alguns disparos, recebeu atendimento no Hospital de Urgência e Emergência de Rio Branco (Huerb) e liberada ainda na noite de terça, segundo a família de Barbosa.
“Ele era investigado pela Decco [Delegacia Especializada de Combate ao Crime Organizado] por integrar organização criminosa, inclusive, era conhecido por ‘Pita’. A delegacia especializada deve ter mais detalhes. Buscamos o máximo de informações possíveis para apurar a real motivação, já que é um crime violento, vários disparos de arma de fogo, a companheira teve três ferimentos e colocou em risco à população que estava perto. É um crime bárbaro com vários autores e buscamos identificar essas pessoas”, explicou o delegado responsável pelo caso, Rêmulo Diniz.
Ainda segundo Diniz, Babosa havia sido detido em 2011 e 2012 por porte ilegal de arma. O caso ocorreu na cidade de Sena Madureira, interior do Acre. Para o delegado, a morte pode ter sido um acerto de contas.
“É uma das teses mais fortes levantadas hoje. Segundo as testemunhas ouvidas, ele não possuía dívidas ou qualquer coisa recentemente como brigas e desentendimento. Vamos apurar todos os fatos”, concluiu.
Ao G1, o irmão de Barbosa, Carlos Weiglas Martins, de 34 anos, disse que desconhece a motivação do crime e também não sabe se o irmão tinha envolvimento com alguma coisa errada. Ainda segundo o parente, a vítima não tinha passagem pela polícia e era uma pessoa tranquila.
“Ela [mulher de Barbosa] não viu, os caras vieram de trás. Ela disse que quando ele olhou para o retrovisor, já se jogou em cima dela. Talvez tenha até reconhecido os caras. Não sabemos se tinha envolvimento com o crime”, concluiu.