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Apagão telefônico e de internet atinge o Acre; prejuízo à população pode ser milionário


Um apagão telefônico atingiu o Acre nesta quarta-feira, dia 25, e deixou milhares de usuários sem acesso à internet móvel, fixa ou chamadas de voz. Entre os usuários prejudicados estão os consumidores das operadoras Claro, Vivo Net e Oi. Todos ficaram com os serviços contratados inacessíveis.
Paulo Jorge, operador de telemarketing, conta que por volta das 17h30 a internet do celular começou a ficar muito lenta. Depois, por volta das 18h20, simplesmente parou de funcionar, e a operadora Vivo não fez nenhum comunicado sobre o problema que ocorreria.
“A princípio eu achei que fosse o aparelho, que já é meio velho, mas depois percebi muita gente saindo lá do trabalho e reclamando que não estava conseguindo ligar nem usar a internet. Tentamos e não conseguimos. A gente pagar um plano e não puder usar porque o serviço é uma porcaria, é ridículo”, conta.
Com a situação, nem as máquinas de pagamento por cartão de crédito estava funcionando na maioria dos estabelecimentos comerciais do estado. Há relatos de problema em Rio Branco, Cruzeiro do Sul, e outras 10 municípios pelo menos. Dona de lanchonete, Ana Moledo, que vive no Juruá, também sofreu com a falha.
“Eu não conseguia passar nem crédito, nem débito. Nada era aprovado, e eu comecei a perceber que tinha algo errado. Aqui somos acostumados a ficar sem a internet, mas saia o sinal também, ontem foi só a internet, o telefone aparecia sinal normalmente. Perdi mais de R$ 500, e quem vai me dar esse dinheiro?”, diz.
Oficialmente, nenhuma das operadoras que apresentaram problema se manifestaram até as 7h50 (horário do Acre) sobre o apagão. Usuários garantem que vão procurar o Serviço de Proteção ao Consumidor para reivindicar os direitos que lhes são devidos, inclusive com ação judicial reparadora.
“Eu fui comer num restaurante com a namorada e não tinha dinheiro. Quando fui pagar no cartão não passou. Precisei deixar um documento lá para garantir que eu ia pagar a conta. Foi constrangedor. Nem eu nem o dono de lá tinha culpa. Isso é um descaso com a população aqui do ACre”, afirma Jhones Oliveira, servidor público. Por