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Peixes da Amazônia poderá ser lacrada esta semana por dívidas

Luis Carlos Moreira Jorge Ac24horas
O prefeito de Senador Guiomard, André Maia, deu o prazo até amanhã para que a empresa Peixes da Amazônia, em que o governo estadual é o maior acionista, recolha aos cofres municipais todos os impostos devidos desde a construção da fábrica. André (foto) diz não se tratar de nenhuma decisão precipitada: “desde que assumi temos tido a paciência de dialogar na busca dos direitos da prefeitura, fizemos a proposta de parcelamento, dizem que pagaram parte à gestão anterior, mas não apresentaram um comprovante, então como uma decisão final, nós vamos ter que mandar lacrar o empreendimento”. A Peixes da Amazônia, que surgiu com metas ousadas de exportar cortes de pescados como pirarucu, tambaqui e surubim para a América do Sul e Europa e ser o grande propulsor da economia acreana, vive um momento de crise, com credores indo para justiça pelo fornecimento de peixes não quitados. Observa André Maia que a medida que vai tomar, não se trata de nenhuma perseguição, mas porque se esgotou a parte amigável e como prefeito, se não cobrar e executar a dívida pecará por prevaricação. Se não pagarem até hoje o que devem, amanhã a Peixes da Amazônia será lacrada, promete o prefeito. Melhor então tratarem de pagar o que devem ou será um ato vergonhoso. E um golpe na imagem do governo.

Querem entregar de novo a eleição para o PT?
O ex- deputado Walter Prado lamentou ontem em conversa com a coluna, os desatinos que acontecem na oposição, com as suas principais lideranças engalfinhadas. “Fico pensando que não querem ganhar a eleição”, observa Prado, que deve se filiar ao PP.

Estão subestimando o Tião
Para Prado, estão subestimando demais o governador Tião Viana: “Não tem sido um bom gestor neste segundo mandato, não conseguiu decolar a sua administração, mas como político o Tião é uma águia e neste ponto a oposição tem que lhe respeitar, porque está no poder, o que pesa num Estado pobre, em que a força financeira, a máquina pública, ambas ajudam numa eleição. Já tirou uma liderança da oposição, o ex-deputado federal Henrique Afonso, que são votos que saem”, assinala o ex-parlamentar.

Eleição difícil
Walter Prado prevê uma eleição difícil e dura para a Casa Rosada, por isso fala não conseguir entender ainda a cruzada do ex-prefeito Tião Bocalon (DEM) de sair junto com o PSDB com uma candidatura alternativa para governador, quando temos um bom nome como o do senador Gladson Cameli (PP), bem cotado no eleitorado. Diz. “Querem entregar novamente para o PT?”. Indaga Walter Prado. Ou a oposição se une ou perde novamente para o PT, previu. Engana-se quem pensar que, o PT está morto para 2018, observou.

Registrando um fato
O deputado federal Léo de Brito (PT) pediu um registro na coluna, segundo ele, para a reposição dos fatos reais: “as obras do Anel Viário de Brasiléia são fruto de uma emenda de toda a bancada federal e não somente do senador Gladson Cameli (PP). É a verdade”.

História contada por um petista
Um petista que integra a alta cúpula do partido disse ter saído “impressionado” com a popularidade do senador Gladson Cameli (PP), que a cada passo na EXPOACRE era parado para um abraço, cumprimento e um caminhão de selfies. “Luis Carlos, parecia o Jorge Viana no seu auge político, quando todos queriam lhe tocar”, observou. “Este rapaz virou moda”, completou. E nada mais disse e nem lhe foi perguntado. Está será uma eleição pegada para o PT.

Lado negativo do Henrique
O ex-deputado federal Henrique Afonso é um político honrado, enfim, um bom exemplo. Mas tem o seu lado negativo, o de ser inconstante na política. Já foi do PCdoB, PT, PV, PSDB e agora PSL. Não resistiu a um cafuné do Tião Viana, esqueceu a adjetivação negativa que fez ao seu governo e ao petismo, por este apoiar o aborto, casamento gay, identidade de gênero, e se filiou ao PSL, que é um mero puxadinho do gabinete do governador e dos interesses petistas.

Câmara Federal
Henrique Afonso será candidato a deputado federal pelo PSL, que apoiará o nome ao governo a ser lançado pelo PT, dentro da FPA. Como evangélico radical, Henrique Afonso deve ter lido e gostado de Lucas 15, na Bíblia, narrando a parábola do filho pródigo, que volta à casa paterna.

Mingau quente se come pela beirada
A oposição tem o direito de criticar a gestão do Tião Viana, mas não tem de lhe menosprezar politicamente, por ser um erro de amador. Está no poder e sabe usar o poder como poucos. Já trouxe para a FPA duas lideranças da oposição em Sena Madureira, a ex-prefeita Toinha Vieira e o marido e ex-deputado Zé Vieira e agora, num fato surpresa, o ex-deputado federal Henrique Afonso. Todos eles com passagens vitoriosas nas urnas. E voto que sai da oposição.

Ficará só
Conversava ontem com um amigo ligado ao deputado federal Major Rocha (PSDB) e este me dizia que a aliança DEM-PSDB é pragmática e pode ser desfeita no tocante a questão do Senado. O Tião Bocalon (DEM) é candidato a senador. E o Rocha não vai abrir mão da sua candidatura, pois, está focado em ser senador. “E aí que se dará o racha”, previu a fonte.

Pode sim haver demissões
As informações que se tem da PMRB é que o que existe é apenas o sinal de alerta econômico ligado, nenhuma programação para demissões com data marcada. Mas é real sim que, caso continue a deteriorar a crise econômica, para não parar serviços essenciais como Saúde, Educação, Limpeza Urbana e recuperação de ruas, neste quadro pode sim ter demissões.

Política em primeiro plano
E caso o prefeito Marcus Alexandre tenha mesmo que optar por demissões, não tenho dúvida que os primeiros cortes serão dos funcionários terceirizados. Os cargos de confiança só em último caso, porque estes cargos são de ocupação indicada pelos partidos. E viraria um vespeiro.

Todo mundo rindo
O governo pagou ontem os contratos da mídia com os órgãos de comunicação, cujos donos já andavam trombudos com a demora no pagamento. Estavam todos sorridentes.

Entregando as feras
Não sei quem redigiu a NOTA do PMDB, seca, dura, não deram direito nem que o Serjão, que foi indicação do partido, um velho companheiro de lutas peemedebistas, e está sendo acusado de desvios na representação regional da FUNAI, tivesse ao seu favor a presunção de inocência.

Mundo cão da política
A NOTA do PMDB foi ao estilo pretensioso do nunca lhe vi mais gordo, como se o Serjão já tivesse sido condenado por uma acusação em que nem ele foi processado. Foi chute no traseiro do rapaz. Não lhe deram nem o direito de provar sua inocência. É o mundo cão da política.

Fim da mamata
A adoção do “Distritão” será o fim da mamata de neguinho ficar elegendo vereador e deputado com 800, 1000 votos, enquanto candidato que teve cinco mil votos fica de fora.

Explosão de traque
O ex-vereador Lacerda já não atuava no PCdoB, na última eleição municipal não apoiou nenhum candidato comunista a vereador. Agora foi pedido que oficializasse a sua saída do partido e atendeu. Quanto ao militante Ogan de Arimatéia, este recuou e continuará comunista.

Candidato a ALEAC
As informações acima foram feitas ontem à coluna pelo ex-deputado Edvaldo Magalhães, que deve retornar como candidato a uma vaga na ALEAC, na eleição do próximo ano. Podem anotar: somente se der uma zebra, o Magalhães não voltará para a Assembléia Legislativa.

Distritão está certo
Sobre o modelo eleitoral do “Distritão”, em que se elegem os mais votados, Edvaldo Magalhães disse ter informações da direção nacional do PCdoB de que deverá ser aprovado e será adotado na eleição do próximo ano.

Se não tremer
Caso o Atlético Acreano não trema em decisões, como aconteceu com o Sampaio Correa, poderá passar no domingo pelo Gurupi de Tocantin e chegar na porta da Série C. Domingo, então, todos ao estádio para torcer pelo Galo Carijó.

Eleição de quem tem votos
A eleição para deputado estadual e federal será a eleição de quem tem votos. O sistema “Distritão” empurra para este porto. Acaba com as coligações proporcionais e o chamado efeito Tiririca, no qual um candidato com uma explosão de votos puxa outros que tiveram uma mixaria de sufrágios. Este é um ponto. O outro é que teremos no próximo ano uma das eleições mais disputadas para o governo, com a oposição sendo puxada pelo popular senador Gladson Cameli (PP) e o PT com outra candidatura forte, ancorada na máquina estatal e na PMRB. Estes dois aspectos são positivos porque darão uma boa mexida no cenário eleitoral, em que o PT vem ganhando todas as eleições de barbada há duas décadas. Em 2018 será um clássico. Aguardemos as pesquisas para se ter uma noção mais real do quadro.