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Vereadores rejeitam proposta de Caetano no 1° turno de 20% e pedem 5% no remanejamento de recursos.

Foi entre bate boca e uma sessação meio conturbada na noite da ultima segunda-feira na Câmara municipal de Acrelândia. De uma lado vereadores contrario a proposta do prefeito Caetano de 20% para o remanejamento dos recursos públicos, de outro, os favoráveis. Pela primeira vez a sessão foi marca com bate boca e discussão entre parlamentares.

O relator da comissão  vereador Sionayton do PP, em seu voto reprovou os 20% e colocou  5% para o remanejamento. Do outro lado os vereadores que defendem Caetano queriam a todo custo que a meteria fosse aprovada com 20%. Na hora da votação ouve um principio de tumulto entre os parlamentares fatoráveis e contrários.

Os vereadores Rosa-PROS, Sionayton-PP, Roseno do PSD e Tiririca do PSD reprovaram a proposta do prefeito e colocaram  5%, os demais vereadores votaram para que o remanejamento seja de 20%, Ivanir-PSB,Mauro-PSDB,Benício do PROS, Valdeir-PSB e Noises-PSB.

Segundo o vereador Sionayton do PP colocar 20% para o prefeito remanejar sem que seja apreciado pela Câmara dificultaria os trabalhos dos vereadores na fiscalização.

Tiririca informou que 20% é um valor muito alto para o prefeito remanejar sem ter que passar pelo crivo do poder legislativo. Para Tiririca votar em 5 % é ajudar o prefeito na fiscalização do dinheiro público.

Remanejamento.

Aprovado um remanejamento orçamentário, os vereadores dão livre poder para o executivo faça  remanejamento de recursos públicos de uma área para ser utilizadas em outra áreas. Exemplo: um dinheiro que vem para a conta  do esporte o prefeito teria autonomia de retirar uma quantia para outra conta. assim sendo este remanejamento não precisaria se informado a Câmara dentro da quantia estabelecida pelos próprios vereadores. A matéria precisa ser votada em dois turnos na próxima segunda-feira será votada novamente.

Segundo O relator Vereador Sionayton-PP, votando neste valor de 20% para o prefeito fazer o remanejamento dentro do orçamento sem que tenha que consultar  a Câmara,  seria a mesma coisa que dar um cheque em branco.

O parlamentar é eleito para que possar acompanhar e fiscalizar o poder executivo, dando tanta liberdade ao poder executivo, os parlamentares passariam a existir só no papel.  Uma  prova ocular, foi a cassação das ex-presidente Dilma Rousseff,  nas chamadas pedaladas ficais.

O próprio Tribunal de conta do estado aconselha que as câmaras de vereadores dos municípios, não  aprovam remanejante acima de 10% para que não possam ter problemas no futuro.