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Funcionária pública denuncia deputado acreano que queria sexo em troca de emprego: “Ele é nojento. É asqueroso”

A definição dada por uma funcionária pública é direcionada ao deputado estadual Raimundinho da Saúde (PTN). A mulher detalha o teor das conversas, sempre por SMS e pelo aplicativo WhatsApp. Num dos diálogos, diz ela, o deputado chegou a sugerir sexo grupal. Ela admite que chegou a ser levada a um motel da cidade. Leia os principais trechos da entrevista gravada com o consentimento da funcionária pública.
Amigo, vírgula
“Eu descobri que ele estava com outras intenções quando, ao sair de uma reunião, ele me deu carona e foi direto para o motel. Eu deixei claro que não ia rolar nada, até por que nós éramos apenas amigos. Depois ele foi me deixar em casa, mas me fez várias ameaças caso eu falasse sobre isso com alguém. O meu marido sabe de tudo. Eu sempre compartilhei essa situação com ele”, relata a mulher.
Cargos e gratificações
“Eu tinha amizade com a família dele e com ele também. Na realidade, ele queria que eu me envolvesse. Isso seria impossível. Fiquei bastante surpresa e decepcionada. Ele sabia que eu também era casada. Aliás, sou casada há 17 anos. Em troca de um envolvimento, ele (deputado) me prometeu cargos e gratificações. Eu disse que não ia entrar nessa e ameacei mostrar as mensagens. Nós não temos mais contato com o deputado, nem com a família dele”, disse.
Uma cervejinha…
“O papo era sempre o mesmo. Me chama para beber uma cerveja. Perguntava se eu estava só , se eu estava afim de fazer umas brincadeiras diferentes. Chegou a comentar que gostaria de ir ao motel com outras pessoas diferentes”, detalhou.
Fim da amizade
“É uma pessoa que não merece nem a minha amizade. Sinto muito por ele. Ele não respeita nem a própria família. Minha consideração por ele acabou. Quando o conheci, cheguei a pensar que seria outra pessoa. Pra mim, hoje, não me representar como deputado”, concluiu a funcionária pública.
A reportagem tentou contato com Raimundinho da Saúde através do celular 999****42, que é usado pelo parlamentar, mas as ligações não foram atendidas. A Folha do Acre reserva espaço para os devidos esclarecimentos do deputado como é garantido por lei.
Nota da redação: as gravações estão em poder da nossa editoria de política. A denunciante deixou claro que, se preciso for, falará às autoridades, de cara limpa, sobre o episódio. A Folha do Acre entende que o assunto é de interesse público por envolver uma figura pública com mandato eletivo outorgado pelo povo, cuja missão é, dentre outras obrigações, zelar pela família, pela moralidade e os costumes de nossa sociedade. Folha do Acre