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Acisa apoia posicionamento de parlamentares que votaram a favor da reforma trabalhista

No início desta semana, o presidente em exercício da Acisa – Associação Comercial do Acre, Rubenir Guerra reuniu vários diretores da entidade, dentre eles o presidente da Adacre (Associação dos Distribuidores e Atacadistas do Acre) Júnior Sperotto e o presidente da AJE-AC (Associação de Jovens Empresários do Acre) Ramon Guedes, para formar opinião em relação ao voto sobre a Reforma Trabalhista.
Na ocasião, todos os diretores se mostraram favoráveis e declaram apoio aos parlamentares Alan Rick (PRB-AC), Flaviano Melo (PMDB-AC) e Jéssica Sales (PMDB-AC) que votaram a favor da reforma.
Acisa apoiou a decisão de Alan Rick e Jéssica Sales /Foto: Reprodução
Os diretores entendem que a reforma está sendo feita com amplo debate junto à sociedade, e que as mudanças vão trazer segurança jurídica a temas que vem sendo trabalhados na relação entre empresa e trabalhador. Direitos trabalhistas como férias, 13o salário, FGTS, não serão alterados, portanto, basta uma leitura simples no projeto para verificar que a população vem sendo induzida ao erro.
Sperotto falou em nome da categoria e destacou a importância do texto para melhorar o relacionamento entre empresa e empregado. O empresário deixou claro que os parlamentares que votaram sim, estão lutando por melhorias no setor produtivo do estado e do país.
O deputado Alan Rick, que faz parte da Frente Parlamentar Mista em Defesa do Comércio, Serviço e Empreendedorismo, respondeu a vários questionamentos. O parlamentar se pronunciou através de vídeo nos canais de comunicação e nas redes sociais, pontuando as razões que justificam seu voto. O deputado enfatizou que está havendo uma má interpretação por parte dos trabalhadores e que a reforma é essencial para o Brasil voltar a crescer e gerar empregos.
Para o deputado, o artigo 7º da Constituição Federal, que assegura maior parte dos direitos dos trabalhadores não passou por alterações, e todos os direitos do trabalhador serão mantidos. O que se cria a partir da reforma é um ambiente melhor para geração de emprego e renda, pois garantirá melhor relação entre empresas e empregados.
Os parlamentares que votaram favoráveis acreditam que com a reforma o imposto sindical obrigatório será abolido. Com a mudança, será permitido ao trabalhador contribuir somente para o sindicato que ele entender que lhe representa, e isso é uma grande vitória para a democracia e para o trabalhador.