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“A Indústria no Acre vive um momento otimista”, diz presidente da Fieac

Em 25 de maio comemora-se o Dia da Indústria, a data é uma homenagem ao patrono da indústria nacional, Roberto Simonsen, que faleceu em 25 de maio de 1948. Simonsen foi um engenheiro, industrial, administrador, professor, historiador, político e membro da Academia Brasileira de Letras (ABL). Além disso, Simonsen era presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI) e da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (FIESP).


Para comemorar a data, a Federação da Indústria do Acre (Fieac) ofereceu um café da manhã para a imprensa nesta quarta-feira (24), onde fez o lançamento do novo site institucional e de um aplicativo que é a grande novidade da entidade, trata-se da ‘Agenda Indústria’, uma ferramenta que visa aproximar a federação e os empresários do setor industrial de forma simples e dinâmica.
Otimismo no setor
Para o presidente da Fieac, José Adriano, apesar de todo o pais estar enfrentando uma crise econômica, a indústria no Acre vive um momento otimista, crescendo e avançando: “Nós estamos percorrendo os munícios e há muitas obras, abril apresentou melhoras no setor de construção civil e sabemos que esse setor consegue jogar na sociedade mais rapidamente estes recursos”, destacou.
José Luiz Felício, empresário de uma das maiores empresas acreanas: a Miragina /Foto: ContilNet
Empresário há mais de 50 anos no estado, José Luiz Felício, dono da marca Miragina, uma das maiores indústrias do Acre, explica que manter-se no mercado por tantos anos é um grande desafio: “É muito trabalho, principalmente pela geografia do Estado, há grande dificuldade de conseguir matéria prima, demora para chegar mercadoria, mas isso tudo nós temos conseguido superar”, explica.
Ainda de acordo com o empresário, buscar manter o padrão de qualidade de excelência é um dos segredos para permanecer firme no mercado de trabalho: “Temos que trocar a palavra crise por crescimento. Nossa empresa tem produtos de alta qualidade, equipamentos modernos, visitamos feiras para buscar novos produtos e atender nossa população”, declarou Felício.
O presidente da Fieac disse também que as pesquisas apontam para crescimento no setor: “Nossa alegria é que começamos a reagir, estamos compreendendo que a reação dos empresários e do governo estadual é buscar autonomia independente do governo Federal. A gente sabe que não pode descartar esta ajuda, mas sabemos que o momento político que o país atravessa é extremamente instável, então não podemos esperar que as coisas se resolvam da noite para o dia. Por isso temos que entender que o país não pode parar, este Estado e este país são muito fortes”, afirmou José Adriano.
Empresária do ramo madeireiro há 25 anos, a presidente do Sindicato da base florestal no Acre, Adelaide de Fátima, ressalta que nos últimos dois anos foram os piores da história da indústria florestal no mundo, mas vem reagindo e no Acre o setor está trabalhando por melhorias: “A madeira é um produto nobre muito utilizado, como no Acre temos 87% de floresta e fazemos um bom manejo, bem como política de carbono, conseguimos conquistar um histórico de sustentabilidade e cuidado com a floresta. Então estamos bem otimistas para este ano”, disse a empresária.