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Secretário de Segurança do Acre tem recebido ameaças de morte, diz Sesp

O secretário de Segurança Pública do Acre (Sesp-AC), Emylson Farias, está sendo ameaçado de morte por meio de ligações anônimas. A informação foi confirmada na quarta-feira (10) pela assessoria de comunicação da Sesp-AC.
O G1 tentou contato com o secretário, mas foi informado que ele está em viagem para o interior do estado e não poderia atender.

As ameaças, que são de duas a três por mês, segundo a Sesp, teriam começado há algum tempo. A pasta, porém, não soube confirmar quando começaram exatamente.

A suspeita é que as ligações tenham relação com o trabalho de desarticulação de algumas quadrilhas em Rio Branco. Até a família do secretário teria sido ameaçada durante os telefonemas. Ainda de acordo com a Sesp, a segurança pessoal de Farias foi reforçada.

Uma equipe do Departamento de Inteligência da Polícia Civil investiga o caso para descobrir os autores. A polícia investiga ainda como os criminosos teriam conseguido o número pessoal do secretário. A Sesp ressaltou, entretanto, que "as ameaças não abalam as ações de combate ao crime no estado".

Secretário já havia sido ameaçado
Em outubro do ano passado, o secretário já havia sofrido ameaças, depois das ações da Secretaria de Segurança Pública para conter uma onda de ataques criminosos a veículos, imóveis e patrimônios públicos em cidades do Acre.

Em postagens no Facebook, um dos autores das ameaças chegou a dizer que todos iriam morrer e citou o nome do secretário. Segundo ele, não passava nada e a ordem era tocar o terror. Na época, Farias afirmou que as tentativas de intimidação eram constantes no seu trabalho. O caso foi investigado pela Polícia Civil e pelo Ministério Público do Acre (MP-AC)

“Ameaças fazem parte da ação profissional de cada um de nós, e já convivo com isso há muito tempo. Sou operador de segurança pública, delegado de carreira e não tenho problema com ameaças. Faz parte do nosso dia-a-dia. Vamos continuar com as ações para identificar as pessoas e tomar as providências necessárias. Estamos aí para servir à sociedade, mesmo que seja com o risco da própria vida”, afirmou Farias.