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Ataques a órgãos públicos e a servidores da Segurança na noite de ontem podem ser represália por morte de assaltante, diz PM

A Polícia Militar do Acre investiga se os ataques a órgãos públicos e a servidores da Segurança na madrugada desta quarta-feira (17), no Acre, tenham ligações com a morte do adolescente durante troca de tiros com policiais após um assalto no bairro Vila Acre, em Rio Branco, na tarde de ontem (16).
A assessoria de imprensa do Comando da PMAC informou que o comando suspeita de represálias e que todos os casos estão sendo investigados. Uma reunião foi agendada para logo mais onde a situação deve ser discutida entre os representantes de Segurança e, após o encontro, o comando deve se pronunciar.
Ataques
Foram registrados, em média, dez ataques na capital. Um deles foi a tentativa de incêndio à casa de um policial militar e tiros foram disparados em frente a casa de um agente penitenciário, no bairro Calafate.

Os outros casos foram ataques aos órgãos públicos. Parte do parque Capitão Ciríaco foi incendiada. O fogo destruiu todo o Departamento de Patrimônio Histórico de Rio Branco. Quatro homens renderam o vigia, espalharam documentos no chão, jogaram gasolina e atearam fogo. Os meliantes estavam encapuzados e agiram por volta das 1h30.
Também foram registrados princípio de incêndio no pátio da 5ª Regional de Polícia, ao box da PM do bairro Tancredo Neves, e ao prédio da Polícia Técnica, além da tentativa de incêndio no Clube de Bombeiros.
No interior do Estado a polícia também registrou tentativas de incêndios em Sena Madureira, no mercado municipal e contra a moto de um morador da cidade.
Caso

O adolescente, suposto motivo dos ataques, foi morto na tarde de ontem quando invadiu uma residência no bairro Vila Acre, em Rio Branco. O comparsa, também adolescente, foi apreendido pela polícia como suspeito do assalto. Um terceiro suspeito, que estaria dando cobertura aos menores, conseguiu se evadir.

Segundo informações dos familiares vítimas, os menores entraram armados na residência e fizeram os moradores reféns. Um familiar conseguiu se esconder em um dos quartos e acionar a polícia. Na fuga, a polícia chegou e houve troca de tiros.
O menor apreendido foi encaminhado ao Departamento de Proteção à Criança e ao Adolescente (DEFLA) e o outro menor morto teve o corpo encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML). Duas armas de fogo foram apreendidas na ação.