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Rosana: “Governo do Estado jogou pesado para tentar dominar a comissão eleitoral do Sinteac”

A Comissão eleitoral que trata da sucessão no Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Acre (Sinteac) foi eleita na sexta-feira (15) no auditório do Sebrae/Centro. As eleições devem ocorrer dentro do prazo de 45 dias e as inscrições de chapa terão de ser feitas até 29 dias antes do pleito.
Informações dão conta de que o Governo do Estado jogou pesado para tentar dominar a comissão eleitoral, inclusive com a Secretaria de Educação e Esportes (SEE) fechando todos os setores e enviado seus submissos para tentar eleger a Comissão Eleitoral. Por outro lado, os independentes foram pressionados a não saírem das escolas, no entanto, a ação dos grupos conseguiu barrar a “chapa branca”.
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A atual presidente do Sinteac, Rosana Nascimento, que concorre a um novo mandato, revelou que o governo só não conseguiu dominar por completo a comissão eleitoral por ter sido forçado a fazer acordo. Mesmo assim, a comissão ficou com duas representantes da candidatura da professora Rosana Nascimento (James e Suely), uma representante do grupo “Acorda Educação” (Eliete) e duas pessoas representando o candidato “chapa branca”, Wilson (Augusto Rosas do PT e Chaves do PCdoB).

“O governo ganhou o processo de forma descarada e vai fazer de tudo para transformar o sindicato em um setor da SEE, à serviço do governo e dos partidos dele”, salientou. Se governo tiver a presidência do Sinteac, dificilmente as negociações do PCCR e aumentos terão sucesso.
Segundo a professora Rosana Nascimento, a Comissão Eleitoral é importantíssima e deve ser composta por pessoas que cumpram o estatuto e o regimento eleitoral, devendo o processo ser estritamente legal.
Mas Rosana questionou o jogo sujo do governo, pois quando é do interesse dele manda “seus submissos que nunca vão a uma assembleia da categoria participar, mas tentam manipular e calar um sindicato autônomo e independente, cuja categoria de luta participa com firmeza nas assembleias”.
“Fico muito triste, pois essas pessoas não vão se aposentar como cargo de confiança, mas sim vão se aposentar com o salário desvalorizado que a categoria recebe. Fico triste também porque as pessoas se deixam usar e atuam contra a própria categoria que fazem parte. Gostaria que eles entendessem que a luta é de todos os professores e servidores da educação”, comentou.
Na avaliação da atual presidente, a comissão eleitoral não transmite a confiança necessária em relação ao processo eleitoral, onde todos os candidatos tenham as mesmas informações de organização do dia da eleição. “Mas vamos à luta, pois temos a certeza de ter feito um bom mandato, enfrentado os poderosos e a máquina governista”, concluiu Rosana.