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Policia Civil invade casa de Rostênio Ferreira, ex-secretário da Sehab, e o conduz coercitivamente para depor

Cumprindo determinação do juiz Gilberto Matos, titular da 2ª Vara Criminal da Comarca de Rio Branco, agentes da Policia Civil cumpriram nas primeiras horas desta sexta-feira, 8, três ordens de apreensão e condução coercitiva contra o ex-secretário da pasta de habitação, Rostênio Ferreira, e dois servidores identificados como sendo Irlan Lins e Márcio góes, este último já havia sido afastado de suas funções. A nova operação da policia faz parte das investigações da quarta fase da Operação Lares.
De acordo com a assessoria da Policia Civil, todos foram conduzidos coercitivamente à delegacia para prestarem esclarecimentos.Além das buscas em suas residências e das conduções coercitivas, todos três receberam ordens judiciais que os proíbem de se aproximar de qualquer uma das testemunhas. Um dos alvos, por se tratar de um servidor ainda lotado na Sehab, também foi afastado das funções administrativas.
Durante a ação, a policia apreendeu documentos e celulares. Esses objetos podem ajudar a aprofundar ainda mais as investigações sobre a venda de casas populares. Dez pessoas já foram denunciadas pelo Ministério Público, sendo que só Daniel Dantas e Rossandra Melo, continuam presos.


FASES ANTERIORES DA OPERAÇÃO LARES


Na primeira fase da Operação Lares, Ministério Público Estadual (MPE) e Polícia Civil (PC) fizeram apreensões de documentos e cumpriram mandados de condução coercitiva direcionados a servidores da Secretaria de Habitação, uma servidora da Junta Comercial do Acre, ainda, supostos beneficiados pelo esquema.

Já na segunda fase, as investigações apontaram para a prisão de supostos condutores do esquema. Entre o grupo de quatro presos (Marcos Huck, Rossandra Melo, Cecera Dantas e Daniel Gomes), diversas pessoas foram ouvidas pelo delegado. Pensava-se que cerca de 60 podiam ser indiciadas a partir daquele momento.

Numa terceira fase, a Polícia Civil, sob o comando do delegado Roberth Alencar, que administra as investigações, cumpriram mandados de despejo em residências construídas com recursos públicos e que teriam sido entregues à famílias de forma irregular. Muitas casas foram depredadas após os despejos. Famílias chegaram a, inclusive, serem denunciadas por dano ao patrimônio.
Da redação ac24horas