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Triângulo amoroso pode ter causado queda do esquema de vendas de casas populares no Acre


Um rompimento no suposto caso amoroso entre as ex-servidoras Cícera Dantas e Cleuda Maia, ambas denunciadas no esquema de venda ilegal de casas investigado na Operação Lares, pode ter sido o estopim que resultou no ciclo de acusações, denúncias e prisões de diretores da Secretaria de Habitação e Interesse Social (Sehab).
Uma terceira mulher, Jackeline Batista Lima, apontada como companheira de Cleuda também foi qualificada no processo que corre na Justiça acreana, formando um suposto triângulo amoroso no meio do maior escândalo de vendas ilegais de casas populares do Acre.
De acordo com uma fonte, que não quis se identificar, Cícera e Cleuda, operadoras do sistema ilegal, mantinham um caso amoroso e que, com o término, passaram a não se entender mais, nem mesmo nos negócios ilícitos. Foi a partir daí que o esquema entrou em colapso.
 “Elas tinham um caso, havia informações que só elas tinham, e quando terminaram isso começou a desandar, e deu nisso”, declarou a fonte.
De acordo com o processo, Cícera e Cleuda, qualificadas nos autos, seriam as responsáveis por manipular os processos de direcionamento, entregando imóveis com a conivência e auxílio de outros servidores da Sehab.
No processo, também há acusação de que as duas seriam as responsáveis por operar o sistema ilegal, mas se reportam a superiores, outras figuras que também se beneficiavam da ilegalidade.
A terceira mulher do caso lésbico, Jackeline Batista Lima, consta como ter sido beneficiada com a entrega de uma das casas, mesmo não possuindo perfil social para isso.
Consta ainda que, para que a companheira de Cleuda fosse beneficiada, teria sido utilizado um número de congelamento falso.( GINA MENEZES, DA CONTILNET)