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Em nota, acusada na Operação G7 diz que Justiça é “falha” e que viveu “pesadelo” após denúncias

Liberada do processo que apura as irregularidades apontadas pela Polícia Federal, durante a Operação G7, que pôs fim a um esquema que fraudava em licitações públicas nas entranhas do governo do Acre, a engenheira civil Jéssica Laurenti resolveu se manifestar sobre a decisão do juiz Jair Facundes de retirá-la do rol de acusados no processo.


Na semana passada, o ac24horas noticiou em primeira mão que Facundes havia reconsiderado a manutenção de Jéssica e o colega dela de trabalho, Denis Cley Amorim, no processo. O denunciante, o Ministério Público Federal, foi o responsável por sugerir a exclusão da dupla do rol de investigados. Segundo o órgão, não há evidencias de que eles cooperaram para o esquema prosperar.
Em nota, Jéssica diz não considera “a decisão do Juiz Federal como uma vitória”. Ela diz que os fatos denunciados mostram que a “Justiça é falha em seus procedimentos, onde não há contraditório e a presunção da inocência não existe”. A servidora diz ter vivido um “pesadelo” em que a vida dela teria se tornado após as investigações a apontarem como suspeita e depois como ré em processo da Operação G7.
Na decisão, Jair Facundes lembrou que as denúncias ligam Jéssica a uma suposta colaboração com os crimes a partir do momento em que ela emitiu, erradamente, um parecer para que a empresa fosse aprovada no certame licitatório, prejudicando a concorrência das demais empresas interessadas no Edital. Para o juiz, isso não é prova cabal que ela teve intenção de errar e beneficiar a empresa, se é que isso ocorrer de fato.