Geral

[Geral][bleft]

Política

[Política][bsummary]

Polícia

[Polícia][bleft]

Publicidade

Preso é resgatado por integrantes do “Bonde dos 13” enquanto participava de feira de artesanato.

Um presidiário identificado como Marcos Cunha Lindoso, o Marquinho, estava sob a escolta de um agente penitenciário quando foi resgatado por dois homens armados na noite da última segunda-feira (2) no Mercado Velho, região Central de Rio Branco.
Marcos e outros sete presos foram liberados pela Justiça para participarem de uma feira de artesanato no Mercado Velho. Eles eram expositores de produtos artesanais feitos por eles no Complexo Penitenciário Francisco D’Oliveira Conde (FOC).
O resgate aconteceu na ida de Marcos ao banheiro do mercado. Dois homens armados com revólver renderam o agente com fazia a escolta de Marquinhos e o resgataram. O agente avisou à Polícia Militar, que não conseguiu encontrar os suspeitos.
Marcos Cunha Lindoso foi preso há pouco mais de um mês pela Polícia Civil durante a Operação Fim da Linha. A operação, considerada a maior ocorrida no Acre, colocou na cadeia 160 pessoas integrantes de facções criminosas que atuam na capital e em cidades do interior.
De acordo com informações do presidente do Sindicato dos Agentes Penitenciários do Acre, Adriano Marques, a culpa do resgate é da direção do Instituto de Administração Penitenciária do Acre (Iapen), que autorizou a liberação de sete detentos para participar da feira.
“Em relação ao resgate do preso Marcos da Cunha Lindoso na tarde de ontem a culpa toda é da Direção do IAPEN que autorizou a saída de um criminoso de alta periculosidade membro de facção para vender artesanato em pleno centro da cidade, não fornecendo coletes, não tendo servidores suficientes, graças ao bondoso Deus o servidor que foi rendido pelo criminosos está bem”, disse Adriano.

Segundo o diretor do Iapen, Martins Hessel, o agente que fazia a escolta do preso resgatado não estava armado. Para Hessel, caso estivesse com uma arma a situação poderia ter sido bem pior e “hoje estaria se falando de um agente morto”. Segundo o diretor, para a própria segurança dos agentes, um usa arma e o outro, não.