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Índios catam lixo e se alimentam no lixão em Feijó; “MPE e prefeito não dizem nada”

Um lixão que fica a 5 km do município da cidade de Feijó, no Acre, vem servindo para índios se alimentarem e buscar objetos que acabam sendo levado para as aldeias.

A reportagem da ContilNet registrou o convívio dos índios que habitam a região e estavam presentes no terreno que abriga todo o lixo da cidade.

Os indígenas, sem qualquer tipo de proteção nas mãos e muito menos nos pés, caminham por todo o lado do aterro revirando o lixo.

De acordo com o aposentado Francisco Braga Leite, é corriqueiro a população de Feijó presenciar os índios de todas as idades catando o lixo e se alimentando de resto de comida e buscando roupas e demais objetos.

“O grande receio que temos é com relação as doenças que os índios podem disseminar, já que eles caminhão pela área urbana da cidade. Muitas vezes estão procurando atendimento médicos nas unidades de saúde, além de ficarem em praças e outros lugares públicos”, disse Braga.

Maioria das pessoas que a ContilNet tentou entrevistar pediram para não ter a identidade revelada. Elas dizem que moram em uma cidade pequena e distante da capital, onde quem manda  são as autoridades e as pessoas que tem grande poder  aquisitivo.

“O que me preocupa é saber que temos um Ministério Público que não tem feito nada para proibir a entrada desses índios no lixão, e muito menos notifica o prefeito da cidade, que deveria tomar providências com este absurdo que vem acontecendo há muito tempo em nossa cidade. Nem o prefeito, nem o Ministério Público fala nada”, disse um pequeno comerciante que pediu para não ter a identidade revelada.


A reportagem da ContilNet ligou para a Fundação Nacional do Índio (Funai), mas não obteve resposta sobre as providências a serem tomada para impedir a entrada dos índios no lixão. O contato da reportagem foi deixado com a atendente para obtermos uma posição oficial do órgão, mas não obtivemos resposta.