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Famílias que invadiram casas populares no Conjunto Rui Lino responderão por invasão de domicílio

Na tarde desta segunda-feira (23), a Secretaria Estadual de Segurança Pública (Sesp), Comando da Polícia Militar e Secretaria de Habitação e Interesse Social (Sehab) concederam coletiva de imprensa para esclarecer a invasão de algumas casas populares no residencial Rui Lino e divulgar as ações de segurança que serão adotadas pelo governo do Estado do Acre.
Cerca de 13 famílias entraram nas casas de maneira irregular, contrariando a própria ordem judicial onde diz que as famílias que estavam morando nas casas não preenchiam os requisitos previstos no que determina a Sehab e o que está previsto no contrato da própria Caixa Econômica Federal. De acordo com o secretário de Segurança Pública, Emylson Farias, essas pessoas que ingressaram nas casas inadequadamente irão responder por crime de invasão de domicílio.
“Esses invasores estão sendo retirados do local, conduzidos à delegacia e vão responder por esse crime. O delegado Robert Alencar, que preside o inquérito policial, está no local junto com a PM, e após a retirada, a polícia deve continuar com a segurança no conjunto para que não tenha mais nenhum tipo de invasão. Temos que entender que existem também outras pessoas tão simples quanto essas famílias que invadiram as casas ou até mais necessitadas que estão na fila de espera também”, disse Farias.
Segundo o chefe de fiscalização da Sehab, Oséias Silva, a invasão aconteceria nas casas do Andirá, mas resolveram invadir no Rui Lino após serem informados sobre a desocupação das casas por determinação judicial.
“Essas famílias são oriundas de aluguel social que moravam no “Beco do H” e nós temos a informação do Departamento Social que o aluguel delas até abril está pago, portanto não há necessidade da invasão, pois têm onde morar”.
De acordo com o comandante da PM, Júlio Cesar, a polícia não tem efetivo para colocar policiamento em todas as casas que estão sendo construídas.
“Se a gente colocasse um
policiamento 24 horas, eles não teriam invadido ali, mas teriam invadido em outro local, então a lógica é essa. Eles praticaram um ato errado e agora vão ser punidos até o momento da invasão”.